Tem uma beleza esplêndida a tristeza, a solidão e a melancolia quando viram literatura... elas conseguiram se tornar alguma coisa e não ficaram presas em alguém

quinta-feira, 17 de maio de 2012


Después de algunas horas, abrió sus ojos preocupados que ni las pastillas podían hacer descansar.  Triste desequilibrio, no sabía que hacer. Miró alrededor y sintió como si las paredes le pudiesen engullir, que angustia sentir… sentir ese vacio… ese vacio que no se va, ni con alcohol, ni con otras carnes, ni con nada…

Se levantó, no podía dejarse llevar por esa tristeza, hizo un café con leche y mientras disfrutaba de su momento placentero, invadió su mente un recuerdo… su sonrisa.  Hacia tiempo que no pensaba, era su manera de tirar adelante, fue involuntario pero desestabilizador… lo había tenido todo y fue como tirar diamantes a la basura... Sí, fue una completa idiotez, pero mas idiota era intentar sustituir diamantes por cristal… totalmente incoherente…  Se enfrió el café con leche, había  pensado demasiado. Ya no había nada que hacer…   por lo menos que no falte las burbujas del cava, ese vacio llenando el vacio...

domingo, 25 de março de 2012

Era lo que me faltaba  a mí:
Esa paz de espíritu de que tanto se habla
Como la consegui? … no lo sé
Cuanto va a durar? … no lo sé
Lo que importa es que la tengo ahora y puedo decir que no tiene precio…

domingo, 22 de janeiro de 2012


Triste fue...

El tiempo implacable cayendo sobre aquel cuerpo

Es que solo así recordamos nuestra fragilidad…

…Un día estamos sonriendo y en el otro simplemente ya no hay vida…


Tanta prisa… tanto esfuerzo… tanta lucha

Se queda en un adiós forzoso y irreversible…

De la vida que me dio vida solo los recuerdos y todo lo que soy…



Jaquelinne Felizardo

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

"LA ESPERA"

... es ese manto negro envenenado que viene a corroer los colores de mi casa…


Jaquelinne Felizardo


Y fue eso lo que olvidamos:

... de las cosas simples...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Lo Bueno


En una desafortunada noche veraniega elegiste la carne más barata de la fiesta, imagino que fue el antojo por exceso de grasa y baja calidad de degustación…

Disfrutaste, supongo, era de tu gusto…

Pero hoy, después de tanto tiempo… aun sigue indigesto.

Te ha intoxicado…

Ya te había advertido que consumir cosas podridas era peligroso

Cuidado para no morir


Jaquelinne Felizardo

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Transtorno


Se acabó....

Seco

Gris

Triste

Frío

Doloroso.


Ahora que?


Perdida

Arruinada

Desolada

Desesperada

Destrozada.


Sí, fue lamentable.

Pero, hay que recoger

Ordenar

Reformar

Transformar esa habitación de sueños rotos en una casa de momentos felices.



Jaquelinne Felizardo

domingo, 13 de novembro de 2011

Anticuerpos


tengo los ojos cansados de este jodido paisaje que dibujaste de tu vida...

falta colores, armonia, encanto y insistes en continuar...

porque no rompes y empieza algo nuevo...

sin esa pesadez, sin esa repeticion...

elige por fin algo bonito de veras para tu vida...



tengo los oidos cerrados para esa melodia cutre que tu voz se aferra en cantar...

tus acordes disonantes y molestos destrozarian mis tímpanos , y las palabras que componen tu cancion desequilibrada sofocarían mi mente...

mi voz ya esta callada, no voy a gastar mi garganta mas...

y ahora con mi corazon vacunado...tu, vírus mortal, ya no me invade mas

pues tengo, por fin, mi alma INMUNE


Jaquelinne Felizardo

sábado, 1 de outubro de 2011


Estube flotando en ese mar de mentiras cronicas que solo la locura de una mente enferma puede crear...
Pude bucear y conocer cada rareza que vive en esa pronfudidad oscura y fria..
y que puedo decir?
... de todo se saca provecho...
y hora ya en tierra firme, miro al horizonte y agradezco las olas por traerme hasta aqui...

Jaquelinne Felizardo

segunda-feira, 23 de agosto de 2010


Abrió los ojos y cerró inmediatamente.

Por Dios! Que dolor!

Era como si hubiera invadido sus ojos una gran cantidad de cristal machacado. El acto de abrir y cerrar convertía los parpados en afilados cuchillos que criaban, a la vez, diversos cortes pequeños y superficiales, pero dolorosos.

Llevó sus manos a su cara. Con aquellos dedos delgados y delicados, cuidadosamente, tocó la región ocular. Sintió una humedad que en seguida a esa primera sensación pudo ser identificada como un líquido abundante que se escurría por sus mejillas coloradas por el sol.

Era la sangre, notó el sabor que ya paseaba por sus labios.

Que desesperación!

Su corazón palpitaba aceleradísimo. Una tensión descontrolada. Era el dolor de la pierda que manchaba su cara con un rojo que jamás apreciaría de nuevo.

AAAAAAAY

Despertó histérica, abrió y cerró los ojos una serie de veces, sí, estaba bien. Respiró aliviada.

Una pesadilla.


Jaquelinne Felizardo

domingo, 8 de agosto de 2010

Era un despiadado monstruo femenino, su poder era tan grande que cualquiera que intentase mirarla quedaba petrificado, muchos sucumbieron al terror, hasta que un inevitable día, se encontró consigo misma y su incontrolable poder le destruyó.

...Hay que llenarse de valor para mirarse al espejo arriesgándose a convertirse en piedra.


Jaquelinne Felizardo

...A ver si puedo sacar algo de mi...

... despacito que duele...

sexta-feira, 5 de março de 2010


Era muito amor
tanto que
desgraçadamente nao encontrei

segunda-feira, 13 de julho de 2009



Era um dia especial. Mas em seu sorriso algo lhe doia, como ferrugem que corroe sem notar...

Se aproximava a hora tao esperada, delicadamente espalhou petalas pela cama, secas.
Eram as migalhas de amor.
...acendeu pequenas chamas, mas nao fechou as janelas. talvez fosse o proposito... que o vento casualmente brincasse de deixar a cruel escuridao.
esperou.
esperou.
esperou
Os labios se rasgavam com o esforço inutil da mente transparecer uma minima alegria.
o abraço nao chegou.
chegou?
vencido.
talvez abraços tenham validade, já nao me fazem tao bem.
era um dia especial
a beijou.

sábado, 20 de junho de 2009

no meio da tempestade me mandaram para as nuvens...
eu que sempre temi tantos estrondos e descargas eletricas...
estava alí.
perdida, desesperada

nas nuvens!
alí estava... onde tanto ouvi falar ser paraiso.
e até tentei
tolamente tentei descobrir as tais maravilhas
mas vi a furia dos céus
cai com sua respiraçao ofegante
me afoguei em suas lagrimas...

nao quero mais as nuvens!

quarta-feira, 17 de junho de 2009


Apareceu e de novo eu não estava preparada.
E eu que tinha pedido tanto... rezei, desejei, implorei.
Ganhei, mas…
Sempre tem um mas.
E agora me martirizo.
Me corrôo .
Ter que perder é pior q não ter...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Tinha tanta coisa entalada na garganta. Não conseguia digerir muito bem. De modo que as coisas acumulavam, acumulavam e acumulavam. Era uma dor infernal… colocou o dedo na garganta e vomitou tudo. Que alivio!

Tirou o ultimo cigarro da carteira.
Mãos trêmulas.
Estava um pouco alterada... um pouco nervosa...
Procurou o isqueiro. Três tentativas antes de conseguir acender a porra do cigarro. “Dios mio!”
Nunca imaginou que isso aconteceria, alias ultimamente o inimaginável virou rotina.
Ana se atirou do 15º andar
Estávamos assistindo TV depois do jantar, eu muito cansada, peguei no sono enquanto ela acariciava meus cabelos. Quando despertei já não havia dedos dançando na minha cabeça. Olhei no nosso quarto, no banheiro, na área de serviço, no escritório, na varanda... foi lá que achei. O crucifixo que ela nunca tirava. Olhei pra baixo e vi: meu anjo caído... cercado por curiosos.
Não tive pernas para descer.

"Quando você se sentir sozinho, pegue o seu lápis e escreva. No degrau de uma escada, à beira de uma janela, no chão do seu quarto. Escreva no ar, com o dedo na água, na parede que separa o olhar vazio do outro. Recolha a lágrima a tempo, antes que ela atravesse o sorriso e vá pingar pelo queixo. E quando a ponta dos dedos estiverem úmidas, pegue as palavras que lhe fizeram companhia e comece a lavar o escuro da noite, tanto, tanto, tanto... até que amanheça."


by Rita Apoena

quinta-feira, 4 de junho de 2009


Me presentearam com cimento e areia.Disseram que se eu misturasse com água obteria uma massa com a qual seria excelente para revestir essa coisa oca que tenho no meio do peito.
Disseram que talvez com esse peso adicional eu me sentisse menos vazia.
Que depois de seco não importaria o quão frágil estivesse dentro, nada o atingiria…



Cravou as unhas nas minhas costas como uma tigresa, sangrei.
Me excita ver seu rosto quando esta plena em prazer. Aquele corpo suado, os labios inchados… eu nao me canso nunca de percorrer seu corpo com minhas maos, minha lingua, meu desejo…
Tinha uns olhos grandes, desses que inexplicavelmente te atraem e hipnotizam…
Bastou que aquele olhar se cruzasse ao meu uma única vez para que eu desejasse incessantemente me fundir a tudo que seus olhos buscassem, lhe obrigando assim, a me dar a cada milésimo essa sensação misteriosa que me viciou… queria que me visse, me lesse, me decifrasse, me desfragmentasse... Dessa vez eu queria apenas me entregar à segurança daqueles olhos...

yo

quarta-feira, 20 de maio de 2009


Sorriu

Riu
E o que mais restava a fazer?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Os olhos estao pesados,
lágrimas fora e dentro
querem virar cola,
lacrar para sempre…

segunda-feira, 27 de abril de 2009

COM-PUTA-DOR
persisto nesse vício
de preencher-me com
futilidades.com

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Cada um pegou o seu balão e saiu. A festa não era tão boa o suficiente para que cada convidado pudesse levar algo melhor em suas lembranças, carregaram aquilo que resumia a importância dos fatos. Mero ar plastificado.
Das portas para fora daquela mansão, já não se ouvia música nem risos… o glamour que guarda a noite não sobrevive ao dia. Só os últimos a saírem, os insaciáveis, viram nitidamente que no caminho só havia lama. E dessa vez não se podia nem pensar em esperar até que tudo melhorasse, a festa acabou e pronto, sigam como puder. Talvez o ver seja o que assusta. De repente ficou tudo distante demais. Mas não importa o medo. Não há o que fazer... apenas seguir... carregando o que sobrou até q estourem.

quinta-feira, 16 de abril de 2009


"Perder algo ou alguém,
não é apenas deixar o outro ir,
mas também, se deixar ir junto com o outro
É deixar um pedaço de si, distante de si.
Deixar-se ir, é como que descolar um pedaço de pele,
é ter de existir em outro espaço,
ter de se extender em outro corpo.
Deixar-se ir, é renunciar a si mesmo, renunciando o outro - vonluntária ou involuntarimente-
Renunciar a si, é perder-se,
é morrer um pouquinho mais,de pouquinho em pouquinho...
Renascimento?
Penso que existe a construção!
Porém a morte é peso denso,
profundidade longíncua.
e não há vida alguma que escape da morte,
e não há morte alguma que não possa ser vivida.
Talvez viver a morte, seja enfim, a última esperança."


by Luiza Camilo